REGENERAÇÃO URBANA
Quando precisa?
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Declínio demograficamente seletivo
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Processos dinamicamente não lineares
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Escalabilidade assimétrica
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Fraca capacidade de controle pelo planejamento tradicional
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Descentralização informal (DIY urbanism)
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Conservadorismo psicológico
Fonte: George Galster 2019
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Confiança Social: Institucional, Comunitária e Estética
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Sentimento de Pertença
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Sentimento de Lugar
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Sentimento de Comunidade
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A Economia
Abordagem integrada e multidimensional
Regeneração não deve ser apenas física (infraestrutura e habitação), mas também econômica, social, cultural e ambiental.
Participação comunitária e governança colaborativa
Fortalecer o papel da comunidade como coprodutora de políticas, em vez de simples receptora. A literatura enfatiza o placemaking, a cartografia social e os processos participativos como instrumentos para garantir legitimidade e enraizamento dos projetos
Mega projetos e Eventos
A COP30, eventos esportivos, são exemplos que funcionam como gatilhos, mas dependem de forte coordenação institucional e investimentos massivos.
Políticas direcionadas ao combate às desigualdades
Em países como a Escócia, há foco em equidade social (ex.: metas de solidariedade para redução da desigualdade de renda) incorporadas como critério de avaliação de programas. No Brasil, existem exemplos mal sucedidos.
Parcerias público-privadas e modelos de financiamento inovadores
Tanto na Europa quanto no Brasil, surgem consórcios urbanos e PPPs para viabilizar grandes intervenções (como Porto Maravilha no Rio de Janeiro).
Resiliência e adaptação em contextos de austeridade
A austeridade impulsiona intervenções mais seletivas e pragmáticas, mas também abriu espaço para inovações locais e comunitárias.
Como a Regeneração dialoga com as Cidades Inteligentes?
Eixo 1
transporte coletivo eficiente, acessibilidade, ciclovias, integração modal e soluções digitais (apps, bilhetagem eletrônica).
Eixo 2
Transparência, dados abertos e participação cidadã. Governança digital facilita a prestação de contas, amplia a democracia e aproxima o cidadão das decisões públicas.Pesquisa e análise do mercado.Description of step2
Eixo 3
estão ambiental urbana: redução da poluição, uso de energias renováveis, infraestrutura verde e azul, monitoramento climático.
Eixo 4
Description of step4
Eixo 5
Educação | Inclusão Digital | Pafticipação
Eixo 6
Indicadores: Saúde, Segurança, Felicidade.
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Fontes nacionais: CNPq, FINEP, BNDES
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Internacionais: BID, Banco Mundial, UE, ONU-Habitat.
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Parcerias público-privadas e startups urbanas.
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Alinhamento com ODS 11, 13, 9.
DIAGNÓSTICOS
As cidades digitais permitem diagnósticos precisos de potencialidades e fraquezas.
INDICADORES
prestar contas de forma transparente à sociedade e às entidades de fomento.
EDITAIS E EMENDAS
Projetos específicos podem ser formatados para captar recursos em editais e emendas parlamentares.
Forças e Problemas
Identificar o potencial e as fraquezas a partir dos 6 Parâmetros de Galster
Selecionar Prioridades
Elencar os projetos com maior potencial de virada econômica e social.
Planejamento Estratégico
Criação de Projetos para Captação de Recursos.
Captação de Recursos
Inserção em editais nacionais e internacionais e diálogo com parlamentares
Execução, Implantação e Acompanhamento.
Iniciar os processos de implantação dos projetos. Criar mecanismos de participação e acompanhar o desenvolvimento.
